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Semana passada fotografei um casamento como nunca havia visto. Não teve pompa nem circunstância, nem convidados ilustres, nem decoração suntuosa. Foi ao ar livre e muito simples. Mas foi justamente essa a característica que fez dele um evento inesquecível. Este casamento teve algo em comum como tudo que nosso Pai Celestial faz e que é a característica mais marcante de Seu evangelho: ser maravilhosamente simples e simplesmente maravilhoso.

Se você der uma passeada nas fotos iniciais do álbum abaixo, verá que a decoração do ambiente nada tinha de ostensiva ou luxuosa. Pelo contrário, era espartanamente simples. Não obstante, era de uma beleza poucas vezes vista em decorações desprovidas de um soberbo aporte de dinheiro. Simples, porém bela, como são as coisas do Senhor. Um refresco para os olhos.

Lamento não ter podido acompanhar os noivos em sua ida ao Templo do Recife no dia seguinte, onde foram selados pela eternidade na Casa do Senhor. Deve ter sido outro momento sublime. Mas, tal como vi e senti no espírito reinante na cerimônia do dia anterior, selou-se em meu coração a doce impressão de que nosso Pai Celestial estava feliz pelo que acontecia ali: a união de dois de Seus filhos muito especiais, dando início a mais uma família eterna candidata ao mais alto grau de glória em Seu reino exaltado.

Bem, chega de papo. Deleite-se com as fotos e com a beleza da decoração, do ambiente e do espírito de alegria e harmonia que foram a tônica do evento.

Clique em qualquer das fotos para abri-la no álbum original em www.todarophotowork.com.

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A 182ª Conferência Geral Anual de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias foi realizada nos dias 31 de março e 1º de abril de 2012. Os vídeos, áudios e textos dos discursos estão disponíveis nesta página do site da Igreja.

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Recentemente vi-me na necessidade de mostrar a uma certa mulher o quão enganada estava a respeito de sua responsabilidade perante o marido, um digno portador do sacerdócio a quem não honrava como tal.

Procurando no material da Igreja referências a respeito do papel da mulher no plano de Deus, lembrei-me de um artigo publicado na seção Notícias Locais de uma edição antiga da revista A Liahona — provavelmente de maio de 2003 — que, de tão importante que me pareceu na época, fiz questão de escanear e guardar nos meus arquivos para que o tempo não o apagasse das páginas da revista e de minha memória.

Então, para essa minha amiga e para todos (e todas) que se perguntam o que Deus espera delas, transcrevo abaixo o artigo publicado naquela edição da Liahona, de autoria do Élder Paulo R. Grahl, segundo conselheiro da então Presidência da Área Brasil Sul de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.

 


 

Os papéis específicos, distintos e divinamente estabelecidos de homem e mulher encontram-se hoje bastante distorcidos e pervertidos pela mente libertina e irresponsável da assim chamada “sociedade moderna”. Em diversos países, projetos de lei têm legalizado o aborto [e] a união matrimonial de pessoas do mesmo sexo, com a possibilidade de adoção de filhos. Tais medidas têm sistematicamente angariado a simpatia, a tolerância e a aprovação de um número crescente de indivíduos, instituições e órgãos governamentais. Premiadas produções cinematográficas procuram atribuir ao homossexualismo uma condição de algo perfeitamente normal, natural e aceitável.

Uma das mais desastrosas consequências dessa terrível confusão dos sexos e da deturpação do verdadeiro papel de homens e mulheres no plano de Deus é a conceituação da mulher-objeto: objeto de prazer, de sensualidade e de luxúria. Isto se faz plenamente evidente nos meios de comunicação, na literatura, nos filmes, nas novelas, na música, nos programas humorísticos, nas piadas e no linguajar em geral.

A aclamação e aceitação popular, porém, não têm o poder de alterar a natureza daquilo que é essencialmente bom ou mau, do que é certo ou errado. No tocante ao sexo, temos a palavra divina nas escrituras, assim como a orientação inspirada de nossos profetas e apóstolos da atualidade:

E criou Deus o homem à Sua imagem, à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou“. (Gênesis 1:27, grifo do autor.)

TODOS OS SERES HUMANOS — homem e mulher — foram criados à imagem de Deus. Cada indivíduo é um filho (ou filha) gerado em espírito por pais celestiais que o amam e, como tal, possui natureza e destino divinos. O sexo (masculino e feminino) é uma característica essencial da identidade e do propósito pré-mortal, mortal e eterno de cada um. (A Família — Proclamação ao Mundo, A Primeira Presidência e o Quórum dos Doze.)

Na concepção divina, a mulher tem características únicas e um papel de extraordinária importância que a tornam incomparável entre todas as criações de Deus. Nas belas palavras dos Provérbios encontramos esta linda definição:

Mulher virtuosa, quem a achará? O seu valor muito excede a de rubis. (…) Levantam-se seus filhos e chamam-na bem-aventurada; seu marido também, e ele a louva. Muitas filhas têm procedido virtuosamente, mas tu és, de todas, a mais excelente!” (Provérbios 31:10, 28-29.)

Entre as sagradas incumbências confiadas às mulheres no plano de felicidade e salvação dos filhos de Deus estão os papéis de:

  • Mãe — O mais sublime de todos, fazendo da mulher uma parceira da Deidade no maravilhos milagre da geração da vida, onde se possibilita aos espíritos criados por Deus receberem corpos de carne e ossos, algo tão essencial para a plena realização dos indivíduos na esfera mortal e na eternidade. Nenhuma tarefa, ocupação ou responsabilidade deveria receber mais interesse, atenção e fidelidade por parte das filhas de Deus.
  • Esposa — Torna a mulher uma companheira idônea e legitimamente associada ao marido na busca dos mais sagrados objetivos idealizados para homens e mulheres, por meio da constituição da família, considerada a célula básica da sociedade.
  • Adjutora — Nessa função ela desempenha, com muita paciência e positivismo, o papel de conselheira e defensora do marido, dando-lhe alento, conforto e estímulo em seus grandes e pesados encargos e desafios.
  • Professora — Ela reconhece que lhe cabe porção maior de tempo na decisiva tarefa de ensinar e orientar os filhos. Nessa função ela é insubstituível. Creches, babás, berçários, escolas e avós nunca poderão cumprir a contento essa responsabilidade que pertence à mãe por comissionamento divino.
  • Dona de casa — Nesse papel, a mulher torna-se uma verdadeira artesã. Com muita imaginação, criatividade, iniciativa e ordem ela consegue tornar seu lar um verdadeiro paraíso da beleza, bem-estar e felicidade. A correta noção desta responsabilidade impede que a mulher se sinta entediada, inferiorizada ou diminuída na execução das tarefas domésticas, que muitas vezes a submetem a uma rotina que pode ser muito desgastante.

Lamentavelmente, essa divina imagem da mulher, investida de poder e capacidade ímpares entre os demais seres humanos, tem sido seriamente alterada, ou até mesmo perdida, em meio a uma torrente de idéias, filosofias [e] movimentos de libertação, os quais procuram levá-la para fora do lar com o intuito de ajudá-la a “encontrar seu espaço na sociedade” e a “competir no mercado de trabalho em igualdade com os homens”. Uma das principais causas para a desestruturação das famílias e o desencaminhamento dos filhos é a ausência da mãe no lar. Antes de se tomar a decisão de que uma esposa trabalhe fora de casa, seria prudente que o casal avaliasse profundamente as razões, as necessidades e as consequências dessa escolha. O próximo passo seria buscar a orientação e a aprovação divina para [ela]. O papel de provedor foi, desde o princípio, confiado ao pai e ao marido pelo próprio Deus e essa definição continua vigente. Somente na ausência ou impossibilidade do pai é que a mãe assumiria o papel de provedora. A mulher que se dedica a obter uma educação formal ou acadêmica, o que é louvável, pode muito bem empregar esses conhecimentos e capacidades para qualificar e incrementar a educação de seus próprios filhos, para o engrandecimento da família e para a prestação de serviço não remunerado na Igreja e na comunidade.

Pela atenção aos conselhos das escrituras e dos profetas modernos, as irmãs da Igreja poderão manter-se imunes às graves ameaças que pairam sobre as mulheres em geral neste mundo de tantos desafios e tribulações. As palavras do Senhor a Emma Smith, esposa e companheira do profeta Joseph Smith, recebidas por intermédio de seu próprio marido, podem servir de bússola para todas as mulheres que estiverem sinceramente interessadas em alcançar seu pleno potencial e cumprir fielmente sua divina e sagrada missão:

“Escuta a voz do Senhor teu Deus, enquanto me dirijo a ti, Emma Smith, minha filha; pois em verdade eu te digo: Todos os que recebem meu evangelho são filhos e filhas em meu reino. Dou-te uma revelação com respeito a minha vontade; e se fores fiel e andares nos caminhos da virtude perante mim, preservar-te-ei a vida e receberás uma herança em Sião. (…) O dever de teu chamado será confortar meu servo Joseph Smith Júnior, teu marido, em suas aflições, com palavras consoladoras, com espírito de mansidão. (…) E em verdade eu te digo que deverás deixar as coisas deste mundo e buscar as coisas de um melhor. (…) Portanto rejubila-te e alegra-te e apega-te aos convênios que fizeste. (…) Guarda meus mandamentos continuamente e receberás uma coroa de retidão. E, a não ser que faças isso, onde estou não poderás vir.” (D&C 25:1-2,5,10,13,15)

Convido todas as irmãs, jovens e adultas, a revisar seu entendimento e percepção da vontade do Senhor a seu respeito. Por meio de estudo, oração e ponderação, a orientação divina virá de forma serena, clara e confortadora. Fé, coragem e determinação serão necessárias para que os devidos ajustes e mudanças ocorram a partir daquilo que receberão por meio de inspiração e revelação pessoal.

Ao longo de toda minha vida tenho sido ricamente abençoado pelo Senhor através do exemplo de virtude, fidelidade, abnegação e devoção ao lar e à família por parte de minhas avós, minha mãe, minha sogra, minha adorável esposa e minhas filhas. Outros grandes modelos tenho visto em tantas dedicadas mulheres desta Igreja, às quais externo sincera gratidão e admiração. Testifico sobre o nome e divino papel da mulher no plano eterno de Deus, em nome de Jesus Cristo. Amém.

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Neste artigo divulgo minha atividade profissional de fotógrafo. No álbum abaixo reuno o que considero meus melhores cliques até o momento.

Fique à vontade para deixar comentários e fazer perguntas sobre as imagens na área de comentários, mais abaixo. Como alimento o álbum com novas imagens em caráter regular, visite-o de tempos em tempos para ver as novidades.

Estou aberto a propostas de trabalho na área — casamentos, aniversários, formaturas, recepções, etc. –, caso em que sinta-se à vontade para entrar em contato.

Clique em qualquer das fotos para abri-la no álbum original em www.todarophotowork.com.

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Antes de responder essa pergunta, eu gostaria de convidá-lo a assistir o seguinte vídeo.

O mundo cristão costuma esquecer-se da razão da existência do Natal. Não que eu tenha algo contra a festa consumista típica da época, afinal também gosto de dar e ganhar presentes. Mas por qual motivo existe esse costume?

Para entender isso, precisamos voltar no tempo e saber como surgiu o Natal.

Suas origens remontam à história antiga. O início dessa festividade encontra-se na adoração pagã, muito antes da introdução do cristianismo. O deus Mitra era adorado pelos antigos arianos e essa adoração gradualmente se espalhou pela Índia e Pérsia. Mitra a princípio era o deus da luz celeste dos céus brilhantes e, mais tarde, no período romano, foi adorado como a deidade do sol, ou o deus do sol: Sol Invictus Mithra.

No primeiro século antes de Cristo, Pompeu fez conquistas ao longo da costa sul da Cilícia, na Ásia Menor, e muitos dos prisioneiros feitos nessas ações militares foram levados cativos para Roma. Isso deu início à adoração pagã de Mitra em Roma, porque esses prisioneiros espalharam a religião entre os soldados romanos. A adoração tornou-se popular, particularmente entre as fileiras do exército romano. Encontramos hoje, nas ruínas das cidades do extenso império romano, os santuários de Mitra. O mitraísmo floresceu no mundo romano e se tornou o mais importante concorrente do cristianismo entre as crenças religiosas do povo.

Uma época festiva para os adoradores do sol acontecia imediatamente após o solstício de inverno, o dia mais curto do ano — época em que o sol se detém após sua descida anual para o hemisfério sul. O começo de sua ascensão desse ponto mais baixo era considerado como o renascimento de Mitra. Os romanos comemoravam seu nascimento no dia 25 de dezembro de cada ano. Havia uma grande festividade nesse dia: festivais e festas, presentes dados aos amigos e as casas eram decoradas com sempre-vivas.

Gradualmente, o cristianismo foi sobrepujando o mitraísmo, que tinha sido seu rival mais forte, e a festa em que se comemorava o nascimento de Mitra foi adotada pelos cristãos para comemorar o nascimento de Cristo. A adoração pagã do sol, profundamente arraigada na cultura romana, foi substituída por uma das maiores festas cristãs. O Natal chegou até nós como um dia de ação de graças e regozijo, um dia de alegria e boa vontade entre os homens. Embora esteja associado a coisas terrenas em seu significado, seu conteúdo é divino. Essa antiga comemoração cristã foi continuamente preservada ao longo dos séculos.

A lenda do Papai Noel, a árvore de Natal, as decorações brilhantes e o azevinho, bem como a troca de presentes, tudo isso expressa para nós o espírito desse dia comemorativo; mas o verdadeiro espírito do Natal é muito mais profundo. Ele se encontra na vida do Salvador, nos princípios que Ele ensinou, em Seu sacrifício expiatório — que é o nosso grande legado.

O verdadeiro Natal acontece para aquele que adota Cristo em sua vida como força motivadora, dinâmica e vivificante. O verdadeiro espírito do Natal encontra-se na vida e missão do Mestre.

Se você quer encontrar o verdadeiro espírito do Natal e partilhar seus doces frutos, gostaria de dar-lhe uma sugestão. Em meio a toda agitação dessa época festiva do Natal, encontre um tempo para voltar seu coração a Deus. Talvez nos momentos tranquilos, em um lugar sossegado, ajoelhado — sozinho ou acompanhado de seus entes queridos — agradeça pelas coisas boas que recebeu e peça que Seu Espírito habite em você, ao esforçar-se sinceramente para Servi-Lo e guardar Seus mandamentos. Ele o conduzirá pela mão e Suas promessas serão cumpridas.

Adaptado de discurso proferido pelo Presidente Howard W. Hunter em reunião devocional realizada na Universidade Brigham Young em 5 de dezembro de 1972 e citado em O Verdadeiro Natal, A Liahona, dezembro de 2005.

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